Fabio Costa · 29/09/2026
Resposta rápida: o relatório Tendências do Foodservice, edição 2027 lançada em setembro de 2026 pelo iFood em parceria com a WGSN, mapeia 5 forças propulsoras e 15 tendências que devem redefinir restaurantes, delivery e bares no Brasil nos próximos anos. As tendências vão da IA na operação e dos pagamentos invisíveis à explosão umami, aos pequenos luxos e à cultura dos virais.
Os números de contexto mostram o tamanho do setor. As atividades do iFood movimentaram R$ 166,9 bilhões na economia brasileira em 2025, alta de 19% sobre 2024, o equivalente a 0,70% do PIB (Pesquisa FIPE 2026).
Em 5 pontos:
O Tendências do Foodservice é um guia de 75 páginas criado pelo iFood, empresa brasileira de tecnologia com 15 anos de história e líder em delivery na América Latina, com a WGSN, autoridade global em previsão de tendências. O objetivo é antecipar mudanças e transformar tendências em oportunidades práticas para restaurantes.

O setor deixou de ser só a solução para quando falta tempo e passou a ocupar vários momentos da rotina. Segundo a Pesquisa FIPE 2026 citada no relatório:
O crescimento de pedidos no iFood em 2025 alcançou todas as regiões: Norte (+19,4%), Centro-Oeste (+16,3%), Nordeste (+13,5%), Sul (+11,7%) e Sudeste (+8,4%), sempre na comparação com 2024.
Tecnologia, economia, clima, cultura e novos desejos mudam a forma como vivemos e consumimos. O relatório destaca cinco sinais:

Propulsores são as forças predominantes de uma época; eles explicam como as tendências vão evoluir. O iFood e a WGSN mapearam cinco que estão redefinindo como as pessoas escolhem, consomem e se relacionam com o comer:
| Propulsor | O que significa |
|---|---|
| Hiperpersonalização | Comida vira linguagem de pertencimento; as escolhas são moldadas por nichos, códigos culturais e personalização. |
| Otimização consciente | Ganhar tempo sem abrir mão do que importa: eliminar fricções, mas preservar rituais, presença e vínculos. |
| Economia da dopamina | Experiências maximalistas, criativas e inusitadas que entregam prazer imediato, escapismo e status social. |
| Tributo ao corpo | Saúde deixa de ser intenção e vira projeto de performance, disciplina e cuidado. |
| Vida sem atrito | Quanto mais a tecnologia simplifica a vida, maior a expectativa por facilidade. |
Quando essas forças chegam à mesa, ao delivery e ao salão, surgem as 15 tendências a seguir.

Cada tendência traz dados do iFood, um case de restaurante parceiro ("Deu a letra") e a ficha técnica do relatório: estágio de maturidade, onde aplicar, público-alvo e regiões de maior impacto.

O que é: a inteligência artificial deixa de só automatizar tarefas e vira uma camada de inteligência da operação, que apoia decisões, antecipa demanda e personaliza ofertas.
Hoje: agentes comerciais, IAs conversacionais e softwares apoiam estoque, previsão de demanda e atendimento. Mudando: os modelos passam a conectar softwares diferentes e a recomendar decisões para aumentar margens. Vem por aí: cozinhas autônomas, com IA, robótica e equipamentos conectados.
Case Casa Severina: o restaurante criou sua própria plataforma de gestão com IA e economiza R$ 72 mil por ano. Para Felipe Helvio, o maior ganho foi integrar financeiro, RH, compras e estoque e "enxergar melhor a operação".
Ficha técnica: estágio emergente a ganhando tração · foco em gestão e operação · todas as gerações · todas as regiões. Por onde começar: entender os desafios do negócio e explorar onde a IA pode facilitar a operação.

O que é: a escolha do restaurante e do prato acontece cada vez mais no digital, influenciada por algoritmos, antes de o cliente sair de casa. O feed vira o ponto de partida para descobrir, reservar e pagar.
Hoje: o algoritmo dita o desejo e o cliente espera uma jornada contínua do feed ao salão. Mudando: plataformas conectam atração, reserva, pedido, pagamento e fidelização. Vem por aí: estratégias preditivas e omnichannel que monetizam a atenção antes da visita.
Case Thanks Burger: o cliente faz check-in, avalia a experiência e ganha um prêmio para voltar à loja. Foram cerca de 400 check-ins em uma quinzena, conta Lucas Pereira.
Ficha técnica: estágio emergente · foco na experiência do consumidor · Gen Z e Millennials · Sudeste e Sul. Por onde começar: conectar físico e digital, integrando informações, experiências e benefícios.

O que é: pagar fica autônomo, intuitivo e quase invisível, impulsionado por IA, interfaces conversacionais e dispositivos conectados.
Hoje: aproximação, carteiras digitais, voz e wearables. Mudando: carteiras integram moedas, fidelidade e formas de pagamento num só ambiente. Vem por aí: pagamentos automáticos e contextuais, sem esperar o garçom nem enfrentar fila.
Case Ambrozini Brasileira Floresta: um sistema cashless integra pagamento, fidelidade e créditos pré-pagos. Segundo Pedro Ambrosio, o tempo de pagamento caiu cerca de 40% e a retenção subiu entre 20% e 30%.
Ficha técnica: estágio emergente a ganhando tração · foco em gestão e operação · Gen Z, Millennials e Gen Alfa · todas as regiões. Por onde começar: mapear onde o pagamento ainda gera atrito e simplificar.

O que é: onde quiser, na hora que quiser. A conveniência vira norma e o delivery chega a praias, parques, trilhas e eventos, com novas embalagens e até drones.
Hoje: logística inteligente, rotas otimizadas e rastreio em tempo real. Mudando: embalagens e técnicas como desidratação e liofilização preservam sabor, textura e temperatura. Vem por aí: embalagens autoaquecíveis e entregas autônomas.
Case Torta no Quintal: preparo quase imediato, produto pré-porcionado, boa embalagem e a logística do Turbo, que já responde por 12% dos pedidos. "Velocidade já não é diferencial, é expectativa", diz Juliana Abel.
Ficha técnica: estágio emergente a ganhando tração · foco entre oferta e experiência · Gen Z, Millennials e Gen Alfa · todas as regiões. Por onde começar: tornar preparo, embalagem e logística mais ágeis.

O que é: as mudanças climáticas passam a afetar diretamente como produzimos, escolhemos e consumimos comida. Ingredientes nativos, cadeias resilientes, hidratação e refrescância ganham peso.
Hoje: crises de cacau, café e azeite afetam preço, oferta e qualidade. Mudando: hidratação, refrescância e ingredientes nativos ganham relevância. Vem por aí: fornecedores responsáveis e regenerativos viram necessidade.
Case Padaria Holandesa: a produção é planejada com a previsão do tempo. Segundo Davi Ferreira, cada 1 °C acima do normal reduz o movimento de 1% a 1,5%; no frio, a cesta cresce cerca de 3%.
Ficha técnica: estágio ganhando tração · foco em oferta e menu · Boomers, Gen X e Gen Alfa · todas as regiões. Por onde começar: observar como o clima afeta a demanda e adaptar cardápio, produção e compras.

O que é: para ampliar fluxo e receita, o salão vira espaço multifuncional que une gastronomia, entretenimento, socialização e permanência.
Hoje: eventos que estimulam encontros espontâneos. Mudando: salões adaptados por horário, como almoço, aula de dança à tarde e música à noite. Vem por aí: negócios que já nascem com várias receitas, como locação, varejo ou mercearia anexa.
Case JSK Burger: brinquedoteca, happy hour e ações sazonais. Em agosto, os dias de evento tiveram até 16% mais movimento e quase 5% mais faturamento, segundo Jéssica Kniphof.
Ficha técnica: estágio ganhando tração · foco na experiência do consumidor · Gen Z e Millennials · todas as regiões. Por onde começar: identificar horários de baixo movimento e testar novos usos do salão.

O que é: comida passa a ser vista como ferramenta de bem-estar integral. O cliente quer refeições que melhorem humor, energia, sono, recuperação e cognição, sem perder sabor.
Hoje: ingredientes de performance e saciedade, como proteína. Mudando: a fibra desponta como próximo destaque; tâmara, agave e receitas sem açúcar ganham espaço. Vem por aí: adaptógenos, magnésio, hidratação em pó ou tablete e nutricosméticos com colágeno e antioxidantes.
Case Boali: em 2019 eram 1.500 pedidos por mês; hoje são 1.500 a cada 70 minutos. Rodrigo Barros atribui o salto principalmente à demanda por alimentação saudável.
Ficha técnica: estágio emergente a em expansão · foco em oferta e menu · Gen Z, Millennials e Gen X · Sudeste e Sul. Por onde começar: entender quais benefícios importam para o seu público e adaptar ingredientes e ofertas.

O que é: restrições alimentares, dietas e objetivos individuais, incluindo a era do GLP-1, transformam a personalização em expectativa. O cardápio fica modular e adaptável.
Hoje: "monte seu prato", bowls e versões com leites vegetais e proteínas substitutas. Mudando: mini porções, menus degustação, água proteica e barrinhas personalizadas. Vem por aí: menus recomendados por dados de consumo, com doses ajustadas a cada pessoa.
Case Olga Ri: cerca de 60% dos pedidos são de clientes que montam a própria salada ou poke, com restrições e macros informados, conta Cris Sindicic.
Ficha técnica: estágio ganhando tração a em expansão · foco em oferta e menu · Gen Z, Millennials e Gen Alfa · Sudeste e Sul. Por onde começar: descobrir as personalizações mais pedidas e ampliar a flexibilidade sem complicar a operação.

O que é: paladares mais exigentes levam o umami, o quinto sabor, para pratos do dia a dia, com queijo curado, cogumelos, missô, agridoce e fermentados.
Hoje: shoyu, missô, koji, cogumelos, tomate e queijos curados em receitas contemporâneas. Mudando: misturas inesperadas chegam a receitas populares. Vem por aí: texturas contrastantes, como crocante por fora e cremoso por dentro, recheios líquidos e molhos densos.
Case Bráz Elettrica: o projeto Elettrica & Co. leva chefs convidados à pizza, como Paul Cho, com gochujang, shoyu, chilli crispy e picles de nabo, relata Tiago Araujo.
Ficha técnica: estágio ganhando tração · foco na experiência sensorial do consumidor · todas as gerações · todas as regiões. Por onde começar: testar ingredientes, técnicas e combinações que gerem curiosidade.

O que é: pedir delivery virou hábito; o encanto agora está em pequenas indulgências e "luxos acessíveis" que elevam a rotina e comunicam repertório e estilo de vida.
Hoje: ingredientes premium em receitas simples, como o azeite trufado. Mudando: embalagens, finalizações e montagens indulgentes no delivery. Vem por aí: comida como capital cultural e social.
Case San: o Omakase para delivery, com ticket quase 3 vezes maior que o de um poke, somou quase 3.000 pedidos no último ano, segundo Martin Vidal.
Ficha técnica: estágio em expansão · foco na experiência do consumidor · Gen Z e Millennials · todas as regiões. Por onde começar: identificar quando ingrediente, apresentação ou experiência transformam uma refeição comum em especial.

O que é: um mesmo pedido precisa atender várias gerações e até os pets da casa. Segundo o IBGE, seis gerações convivem hoje no Brasil, e os animais viraram membros da família.
Hoje: crianças e adolescentes influenciam as escolhas cada vez mais cedo. Mudando: pedidos compartilhados exigem cardápios que conciliem idades, restrições e gostos. Vem por aí: pets passam a pesar na escolha de restaurantes e experiências.
Case Formigueiro: as famílias pediam pratos diferentes, e o restaurante reuniu seis cozinhas num só cardápio. Hoje 9 em cada 10 clientes são recorrentes, conta Claudio José.
Ficha técnica: estágio ganhando tração a em expansão · foco em oferta e menu · Boomers, Gen Z e Millennials · Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sul. Por onde começar: entender quem participa do pedido e oferecer opções para várias idades, necessidades e pets.

O que é: junto ao hype da cultura brasileira, cresce o interesse por receitas, ingredientes e gastronomias regionais. A culinária brasileira é a segunda maior paixão do iFood, com mais de 140 milhões de pedidos em 2025.
Hoje: acarajé, churrasco, moqueca e queijo canastra valorizados além da origem. Mudando: ingredientes amazônicos ganham atenção, como o cumaru, conhecido lá fora como tonka bean. Vem por aí: releituras e fusões que criam uma "terceira cultura" culinária.
Case Amazônia na Cuia: ao sugerir bombons e biscoitos de cupuaçu, bacuri e castanha-do-pará como upsell no app, a loja recebeu pedidos com até oito bombons, relata Rafael Barros.
Ficha técnica: estágio em expansão · foco em oferta e menu · Gen Z e Millennials · todas as regiões. Por onde começar: trazer ingredientes e receitas de outras regiões e contar a história deles ao cliente.

O que é: saberes e sabores da América Latina são resgatados pela cozinha contemporânea e por tecnologias de alimentos inspiradas na região.
Hoje: além da mexicana, a peruana e a colombiana ganham espaço. Mudando: brasileiros passam a se reconhecer como latinos, e as fusões entre cozinhas se intensificam. Vem por aí: a região vira fonte estratégica de ingredientes e técnicas para o foodtech.
Case El Delírio: a comida mexicana virou rotina, com clientes que conhecem molhos e níveis de picância. Para Renato D'Angelo, música, drinks e ambiente fazem parte da experiência.
Ficha técnica: estágio em expansão · foco na experiência do consumidor · Gen Z e Millennials · todas as regiões. Por onde começar: explorar sabores e referências latinas que combinem com a identidade do restaurante.

O que é: fandoms e o calendário do entretenimento passam a moldar cardápios, campanhas e produtos. Eventos culturais viram gatilhos de demanda antes e depois da transmissão.
Hoje: novelas e universos como o K-pop viram oportunidade de engajamento. Mudando: shows, campeonatos e realities geram consumo temático. Vem por aí: cardápios desenhados no ritmo do que as pessoas assistem e comentam.
Case Patties: collabs com NASA, Chaves e futebol viraram produto. O Patties Legends vendeu mais de 45 mil combos em três meses, segundo Henrique Azeredo.
Ficha técnica: estágio ganhando tração · foco na experiência do consumidor · Gen Z e Millennials · Norte, Sudeste e Nordeste. Por onde começar: acompanhar os momentos que movem seu público e criar ocasiões de consumo em torno deles.

O que é: comidas que viralizam nas redes transformam conteúdo em picos de demanda quase instantâneos, movidos por estética, desejo e algoritmo.
Hoje: alguns virais ficam, como pistache e matcha; outros são picos rápidos. Mudando: as redes aceleram o ciclo e decidem o que entra e sai dos cardápios. Vem por aí: o "AI Food Slop", comida criada para ser vista numa tela antes de ser comida.
Case Scherbi's: a marca escolhe quais trends seguir e sempre dá sua própria leitura, além de criar virais, como o cookie de doce de leite com gergelim, diz Isa Scherer.
Ficha técnica: estágio maturidade · foco na experiência do consumidor · Gen Z, Millennials, Gen X e Gen Alfa · todas as regiões. Por onde começar: monitorar as redes e testar rápido só os virais que combinam com a marca.
A tendência mais madura é a cultura dos virais (estágio 4); a mais inicial é Do On ao Off (estágio 1). Estágios: 1 Emergente, 2 Ganhando tração, 3 Em expansão, 4 Maturidade.
| Nº | Tendência | Estágio | Onde aplicar | Público-alvo | Dado-chave |
|---|---|---|---|---|---|
| 1 | IA na operação | 1–2 | Gestão e operação | Todas as gerações | 83% reduziram erros ou desperdício com IA |
| 2 | Do On ao Off | 1 | Experiência | Gen Z, Millennials | 73% já pagaram antes de chegar |
| 3 | Pagamentos invisíveis | 1–2 | Gestão e operação | Gen Z, Millennials, Alfa | 54% querem self-checkout ou pagamento na mesa |
| 4 | Superconveniência | 1–2 | Oferta e experiência | Gen Z, Millennials, Alfa | 57% aceitariam entrega por drone |
| 5 | Clima Comida | 2 | Oferta e menu | Boomers, Gen X, Alfa | 75% sentem o clima na operação |
| 6 | Salão como plataforma de experiência | 2 | Experiência | Gen Z, Millennials | 55% têm salão ocioso à tarde |
| 7 | Fome de bem-estar | 1–3 | Oferta e menu | Gen Z, Millennials, Gen X | Comida Saudável +8,25% |
| 8 | Menu fixo flex | 2–3 | Oferta e menu | Gen Z, Millennials, Alfa | 38,7 mi de pedidos customizáveis |
| 9 | Explosão umami | 2 | Experiência | Todas as gerações | 72% sentem o paladar mais complexo |
| 10 | Pequenos luxos | 3 | Experiência | Gen Z, Millennials | 53% ligam premium a ingredientes especiais |
| 11 | Consumo multigeracional & multiespécie | 2–3 | Oferta e menu | Boomers, Gen Z, Millennials | Pet shop +42,8% em pedidos |
| 12 | Brasil com S | 3 | Oferta e menu | Gen Z, Millennials | Mais de 140 mi de pedidos de comida brasileira |
| 13 | Tempero latino | 3 | Experiência | Gen Z, Millennials | 48% com mais interesse na cultura latina |
| 14 | Dedo na cultura | 2 | Experiência | Gen Z, Millennials | 620 mil pedidos extras na final do BBB |
| 15 | Cultura dos virais | 4 | Experiência | Gen Z, Millennials, Gen X, Alfa | Morango cravejado +105.000% |
O relatório organiza as ações em três frentes: gestão e operação, oferta e menu, e experiência do consumidor. Um checklist para começar:
Gestão e operação
Oferta e menu
Experiência do consumidor
É um guia do iFood em parceria com a WGSN, lançado em setembro de 2026. Ele mapeia 5 forças propulsoras e 15 tendências que devem transformar restaurantes, delivery e bares no Brasil.
IA na operação, Do On ao Off, pagamentos invisíveis, superconveniência, Clima Comida, salão como plataforma de experiência, fome de bem-estar, menu fixo flex, explosão umami, pequenos luxos, consumo multigeracional & multiespécie, Brasil com S, tempero latino, dedo na cultura e cultura dos virais.
Hiperpersonalização, otimização consciente, economia da dopamina, tributo ao corpo e vida sem atrito.
A cultura dos virais, no estágio 4 (maturidade). Do On ao Off é a mais inicial, no estágio 1 (emergente).
R$ 166,9 bilhões em 2025, alta de 19% sobre 2024 e o equivalente a 0,70% do PIB, segundo a Pesquisa FIPE 2026.
Em estoque, previsão de demanda, atendimento e gestão. 83% dos parceiros do iFood que usam IA dizem que ela reduziu erros ou desperdício.
Sim. 75% dos parceiros do iFood sentem o impacto do clima, e os pedidos de sorvete subiram 24,5% em um ano, chegando a 41,3% no Nordeste.
As redes transformam visibilidade em demanda imediata. O morango cravejado teve alta de 105.000% nos pedidos em 11 dias, e 35% dos usuários provam virais por curiosidade.
Escolha uma frente por vez: simplifique o pagamento, ofereça opções personalizáveis e use a previsão do tempo para planejar a produção.
O recado do relatório é que preço e tempo de entrega já não bastam para diferenciar um restaurante. Vence quem usa tecnologia para operar melhor e, ao mesmo tempo, entrega prazer, saúde, identidade e pertencimento no prato. Como resume o guia, o futuro se constrói quando as tendências chegam às mãos de quem faz o negócio acontecer.
Fonte: Tendências do Foodservice, iFood + WGSN, setembro de 2026. Dados de consumo do iFood e Pesquisa FIPE 2026.